Em viagem a trabalho. Sem roupa de banho. Nem nada que pudesse alertar sobre a tentação com que teria que conviver. Os gigantes fotografados, são personagens do cenário paradisíaco. São também, espectadores, constantes, fiéis dos primeiros raios de sol que iluminam o Mundo Novo. Quando a Terra já está na fase final de seu giro ao redor de si.
Duelo de Gigantes
August 11, 2008 · Leave a Comment
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Tempos ????
August 10, 2008 · Leave a Comment
Contemporâneos ou Pós-Modernos, vai a gosto do freguês. O momento atual é este em que se me distâncio de qq rotina começo a esquecer. Não é um esquecimento da História, mas um esquecimento daquilo que ainda me parece ser Presente. Qnd penso nisso sinto uma estranha angustia, como se fosse seu estivesse entreu ma estalactite que se desfaz no teto de uma caverna para formar um estalagmite a sua frente, no chão. Neste processo estou sempres como a água q cai de uma para outra perdendo particulas e arrastando outras em meu caminho.
Mas, não sou rocha, nem estou em uma caverna. Longe disso! Minha matéria é mais mole e frágil, estou mais expostas as tempestades e aos dias de sol e brisa fresca. E toda a violência que representar o passar do tempo nos Tempos atuais são sentidas, não faço exageros e digo q formam, sempre, profundas cicratizes, mas marcam e pontuam o clichê que ritmo frenético de nossa vida, pois ela não faz mais do que fazer-se mais e mais rápida desde o fim do século retrasado. Será q o tempo não cansa? Será q a humanidade não cansa?
Q bom q eles não se cansam. A etrenidade seria por demais tediosa e solitária.
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Lições que a cultura de massa ensina
July 25, 2008 · Leave a Comment
Hoje da mesma maneira como faço todas as sextas-feiras, peguei a revista Programa para me interar do que acontece po aí. Nos últimos tempos este movimento é mto mais uma questão maquinal de seguir uma rotina do que, de fato, uma vontade de ir a algum lugar ou mesmo de estar completamente por dentro do que acontece na cidade. Aliás, constatar isto traz um sorriso irônico a meus lábios: por anos e anos, eu lia a revista com um enorme desejo de participar de todos os Programas que ela trazia. Primeiro, quando criança, era o estado de exilada e a própria idade me impediam de estar nos lugares, ver as pessoas e me divertir. Mas, nada disso me privava da delícia de ler tdas as críticas de filmes, peças, shows e retsaurantes, nem de sonhar com o dia que estaria ali, participando de tudo. Ah, sim, nào suspirava ou almejava o sucesso, longe disso. Afinal, eu não estava a ler a coluna social, o que eu queria era participar ou como dizem muito bem os americanos: Fit-in. Continuando, depois já no meio da adolescencia a revista só me interessava pela primeira parte: os filmes em cartaz. Ai, eu já tinha alguma liberdade para escolher algumas coisas e a direcionava por inteiro a escolha das obras que veria.
Mas, hj não. Nem leio a revista para saber de td o q se passa, nem mesmo para escolher o Programa do fim de semana. Leio, por ler. O processo desde uma realidade até a outra foi, assim como a abertura política brasileira: Lento e gradual. Mas, os hábitos, ah estes companheiros fiéis. Este não deixamos gratuitamente. E foi assim, que, como eu dizia, hoje pela manhã formou-se um sorriso irônico em meus lábios. Tudo isto porque, na segunda página, logo ali no início, estava a crítica do filme, que para mim é o mais esperado do ano. Para não dizer dos últimos seis anos. É emergia naquele sorriso uma pessoa que nem eu mesma reconheço direito em mim, uma pessoa que ficou terrivelmente ansiosa ao ver na terça-feira, quase que sem querer – pq ngm ve trailler sem querer, msm no cinema – o trailler, do segundo longa da série Arquivo X.
Ah, este ser dentro de mim, já vive a um ano mais acordado. Desde que vi meu querido galã em Californication foi impossível não suspirar, não relembrar e nào aguardar ansiosamente o dia de hoje. Aliás, quando vejo pela primeira vez a série, o mesmo sorriso que hoje tenho no rosto se formou, por ver que na série a anti-heroína é alguém que também acompanhei pelas telas nos últimos 10 anos e que hoje deve ter a mesma idade que eu. Nada mais Nerd e feliz foi este reencontro, com os personagens, os atores, a TV e, principalmente, comigo mesma.
Voltemos ao assunto: o filme. Imagino que não o tenha aguardado mais do que boa parte do fãs da série, mas o mais interessante foi que o seu lançamento está fazendo com que eu afça algo, que achei que jamais teria coragem de fazer: terminar de ver a série. Sim, eu nunca vi o último epsódio. Mesmo tendo se passado seis anos desde o fim. Não queria dar por terminada esta parte da minha vida. Mas, aí vem, no início deste ano o anúncio de que o filme será lançado. Não me resta outra escolha a não ser reencontrar os meus velhos heróis. Decidi que reveria a série, em ordem e de forma organizada. Como eu nunca tinha feito antes.
Então, agora, estou na última temporada, mais ansiosa do que nunca e já sem medo do fim. Por que depois de cada fim há uma possível continuação. O que mais me aflige, no que toca o passar do tempo é o cabelo da Scully, precisava mesmo estar tão diferente? Maior e mais claro. Isso é mesmo coisa de fã.
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Ao fim e ao cabo: td acaba bem qnd, acaba bem!
July 21, 2008 · 1 Comment
Das muitas lições que aprendo nestas inscursões ao mundo audiovisual, esta é uma máxima de verdade indiscutível. Importam mto pouco as a discussões, brigas e desespero que passamos, se quando tudo acaba dá certo. Ou, como é o caso, parece dar certo!
Sim, parece, porque outra lição já aprendida, é que quando falamos de audiovisual a hora do vamos ver é Ilha de edição, este sim é um lugar mágico: Nele todo o suor colocado em cada plano vai mostrar seu valor. Na hora em que as coisas casam, linkam ou têm ‘racor’ – o que preferirem- é que, de fato, conseguimos supirar aliviados. É quando não há um áudio vazando ou estourando, quando a continuidade não é abalada que podemos considerar o trabalho minimamente bem executado. Aí, é como o jogador que recebe a bola de frente para o gol, é só finalizar e correr pro abraço!
Não, não sei se todo sufoco da pré-produção foid e fato esquecido. Tenho minhas dúvidas. Porque eu realmente acredito que já não preciso mais passar por determinadas situações, porque me acho, com toda a rrogância que dizem que tenho, acredito mesmo, que já sou compretente o suficiente para não passar por certas coisa. Ou, pelo menos, se vamos fazer td de qualquer jeito, melhor que seja mais rápido. Nào precisamos nos ocupar por mais de um mês com algo que só irá gerar neste período uma angustia danada.
Enfim….
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